A vida é da cor que você pintar. Essa frase expressa realmente a formação do ser humano no que tange a sua maneira de enxergar o mundo que o rodeia e traçar seus caminhos de forma satisfatória ou não. Fazendo um link dessa citação de Mário Bonatti com um grande filósofo chamado Sartre iremos as profundezas da personalidade humana. Primeiramente, esse último, denominado como militante da liberdade aborda de forma magnífica a questão do SER do indivíduo, não sei se isso é algo que já faz parte da sua natureza humana, mas, tende a sempre desviar-se dos seus atos, principalmente no que diz respeito aos mais sórdidos. E, é nisso que entra a questão do “se Deus não existe, tudo é permitido”. A título de enfatizar, significa que as pessoas não mais ficarão ilesas dos seus atos, o assumir o que fez é o ponto chave da questão. Se Deus não existe a quem culpar?Percebe-se no dia-dia o quanto ouvimos a seguinte frase: “-foi Deus quem quis assim”. Na verdade, isso nada mais é que uma fuga da própria responsabilidade na qual não cabe a um ser onipotente, onisciente. Mas sim a si próprio.
Não há escapatória!A nossa identidade é dada por nós mesmos, se somos hoje isso que nós somos não foram os nossos pais que nos transformaram, nem ao menos a sociedade, mas sim nós mesmos. O que fazemos das nossas vidas é o que vai fazer de nós, homens/mulheres com os defeitos e qualidades que só o futuro dirá. Têm-se a partir dessa análise que o homem,quando eu digo o homem estou me referindo à raça humana,existe para depois ter a sua essência, dito essência como aquilo que identifica esse. Esse raciocínio me faz lembrar do filósofo Descartes como a sua célebre frase: “penso,logo existo” ou dubito,ergo cogito,ergo sum.Na verdade,existimos para depois tornarmos um ser pensante.A mesma analogia fazemos a relação da existência x essência.
O homem detém de características que são dignas de serem estudadas para absorver respostas do porque de certos comportamentos. Sartre, então, entra na questão de um dos meios que o indivíduo age diante do seu meio social: a má-fé. A tentativa de mostrar para o outro ser “isso”, mas na verdade é “aquilo”; é ser algo que não é. Seria a principal denotação para essa palavra. Olhe que raciocínio magnífico: se o ser humano é algo, alguma coisa, para que essa tentativa, esse esforço de ser algo que não é o que realmente ele é?Conclusão: não somos nada do que aparentamos ser, é claro!É uma dissimulação. Agora repare: não somos nada do que falseamos, mas não por que somos outra coisa, mas sim por que NÃO SOMOS COISA NENHUMA!Como já discutido anteriormente, não vinhemos com algo determinado, com uma essência.
feito feito por Luciene.C
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