A reportagem exibida pelo fantástico, no domingo 01/08/10 feita em cidades como Belém, Rio de Janeiro e Salvador mostra de forma explícita o quanto as pessoas, em geral, arriscam suas vidas em prol do seu próprio “benefício”. Digo benefício entre aspas, pois até que ponto fazer aborto traz pontos positivos para o bem-estar do indivíduo?Primeiro, está à questão do psicológico:” - matei meu filho” Segundo: -“o que isso poderá acarretar no meu processo metabólico, será que vou poder ter outros filhos?Ou meu útero vai estar em perfeitas condições para eu seguir meu caminho?”Perguntas são freqüentes na mentalidade de muitas mulheres que trilham nesse mundo do aborto clandestino.
Mais de cinco mulheres brasileiras já fizeram aborto pelo menos uma vez (pasma). Dando ênfase na reportagem assistida por mim, fiquei bastante reflexiva no momento em que assisti essa e fiz muitas indagações ao seu respeito: a primeira dela seria o quanto essa abordagem em relação a esse tema é importante, principalmente aos adolescentes, que se fizermos uma analogia com o período dos nossos antepassados, estão bem mais á flor da pele e com a questão da sexualidade mais em torno do seu meio social. A essas, é preciso alertar mesmo que aborto é uma questão que como dito a cima, ao mesmo tempo em que ocasiona uma solução, traz também a sua oposição: o prejuízo. Esse último pode ser dito no que se refere aos riscos de vida que certos métodos podem trazer como curetagem ou sucção. Esse, principalmente é um dos mais nocivos para o ser, pois segundo mostrado na reportagem há casos registrados que ocorreram perfurações de grande profundidade no útero de várias mulheres-meninas.
Relacionando esse fato com um médico conhecido em Salvador-Bahia Paulo Sá ele diz: “- eu fazia por sucção, mas, também sucção é um método eficaz só para gravidez muito pequena. Mas depois que vi um caso de um útero muito mole, e perfurou o intestino e o útero, eu aí fiquei com medo da sucção.” A segunda indagação feita por mim se diz respeito à questão da legalização do aborto. Não dando ainda a minha posição em relação a isso, deixo-os curiosos. A terceira - será que são apenas as classes laboriosas que praticam esses atos ditos contra legem?Um fato curioso dessa reportagem é que, não sei se de forma proposital (ironia) leva-nos a crer isso. A quarta - será que depois dessa reportagem os médicos e os outros envolvidos nesses atos de clandestinidade citados vão ter alguma punição?Se, não for pelo conselho Federal de medicina, que seja pelo direito, esse que a meu ver tem a principal função de reger o comportamento do ser e impor regras, normas nas quais esses devem seguir de forma a garantir os direitos da humanidade. E, caso não sigam essas condutas que tenham a coação, a chamada coatividade do direito. Ações que devem ser referidas principalmente a esses médicos que agem no convívio social.
Por fim, a última reflexão a respeito não do tema em si, mas da reportagem é o seguinte: a mídia é a principal fonte de comunicação para as pessoas que desejam adquirir certa informação a respeito do que está acontecendo na sua sociedade. Essa reportagem pode ser transmitida de duas formas aos telespectadores. Primeiro, como um meio de alertar as pessoas do risco que é a questão das clínicas clandestinas. E, em contraposição, surge a alienação, no momento em que muitos que assistem aderem os conhecimentos que antes não tinham no que se refere aos lugares que fazem essa prática. E, que de certa forma pode até influenciá-los a freqüentarem os locais. Digo isso, pois em certo momento, o nome do local onde se faz aborto não foi ao menos colocado uma tarja preta. Para clarificar, é claro, que esse texto são observações e constatações feitas de modo subjetivo.
Mais de cinco mulheres brasileiras já fizeram aborto pelo menos uma vez (pasma). Dando ênfase na reportagem assistida por mim, fiquei bastante reflexiva no momento em que assisti essa e fiz muitas indagações ao seu respeito: a primeira dela seria o quanto essa abordagem em relação a esse tema é importante, principalmente aos adolescentes, que se fizermos uma analogia com o período dos nossos antepassados, estão bem mais á flor da pele e com a questão da sexualidade mais em torno do seu meio social. A essas, é preciso alertar mesmo que aborto é uma questão que como dito a cima, ao mesmo tempo em que ocasiona uma solução, traz também a sua oposição: o prejuízo. Esse último pode ser dito no que se refere aos riscos de vida que certos métodos podem trazer como curetagem ou sucção. Esse, principalmente é um dos mais nocivos para o ser, pois segundo mostrado na reportagem há casos registrados que ocorreram perfurações de grande profundidade no útero de várias mulheres-meninas.
Relacionando esse fato com um médico conhecido em Salvador-Bahia Paulo Sá ele diz: “- eu fazia por sucção, mas, também sucção é um método eficaz só para gravidez muito pequena. Mas depois que vi um caso de um útero muito mole, e perfurou o intestino e o útero, eu aí fiquei com medo da sucção.” A segunda indagação feita por mim se diz respeito à questão da legalização do aborto. Não dando ainda a minha posição em relação a isso, deixo-os curiosos. A terceira - será que são apenas as classes laboriosas que praticam esses atos ditos contra legem?Um fato curioso dessa reportagem é que, não sei se de forma proposital (ironia) leva-nos a crer isso. A quarta - será que depois dessa reportagem os médicos e os outros envolvidos nesses atos de clandestinidade citados vão ter alguma punição?Se, não for pelo conselho Federal de medicina, que seja pelo direito, esse que a meu ver tem a principal função de reger o comportamento do ser e impor regras, normas nas quais esses devem seguir de forma a garantir os direitos da humanidade. E, caso não sigam essas condutas que tenham a coação, a chamada coatividade do direito. Ações que devem ser referidas principalmente a esses médicos que agem no convívio social.
Por fim, a última reflexão a respeito não do tema em si, mas da reportagem é o seguinte: a mídia é a principal fonte de comunicação para as pessoas que desejam adquirir certa informação a respeito do que está acontecendo na sua sociedade. Essa reportagem pode ser transmitida de duas formas aos telespectadores. Primeiro, como um meio de alertar as pessoas do risco que é a questão das clínicas clandestinas. E, em contraposição, surge a alienação, no momento em que muitos que assistem aderem os conhecimentos que antes não tinham no que se refere aos lugares que fazem essa prática. E, que de certa forma pode até influenciá-los a freqüentarem os locais. Digo isso, pois em certo momento, o nome do local onde se faz aborto não foi ao menos colocado uma tarja preta. Para clarificar, é claro, que esse texto são observações e constatações feitas de modo subjetivo.
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